GINKGO BILOBA NÃO RETARDA O DECLÍNIO COGNITIVO


A substância é usada para prevenir especificamente o declínio cognitivo da idade

 

Pesquisadores da University of Pittsburgh concluíram que o ginkgo biloba não retarda o declínio cognitivo e publicaram o estudo no Journal of the American Medical Association (JAMA).

 

Foram analisados 3.069 participantes na pesquisa, que foi duplo-cega e randomizada, durando 8 anos. Um grupo recebeu placebo e o outro, 240mg de gingko biloba, divididos 2 vezes ao dia.

 

É comum encontrar pessoas que usam essa substância nos EUA e até mesmo no Brasil, mas particularmente na Europa ela é possivelmente a “substância natural” mais usada para prevenir especificamente o declínio cognitivo da idade.

 

“Nós não achamos evidências de alguma mudança cognitiva global e de efeitos específicos no domínio da memória, na construção visual-espacial, na linguagem, na atenção, na velocidade psicomotora e nas funções executivas”, disse o estudo.

 

Os resultados confirmaram outros estudos anteriores, porém menores, que disseram que gingko biloba não reduz a incidência de demências, como a de Alzheimer. Apesar desse estudo ser o maior feito até agora com a substância, o próprio autor reconhece várias limitações, principalmente na avaliação de alguns quesitos, que devem ser consideradas.

VOLTAR